Entrar

Notícias

Ultimas Notícias
100 Startups to Watch: live discute os desafios e oportunidades da inovação na área da saúde no Brasil

100 Startups to Watch: live discute os desafios e oportunidades da inovação na área da saúde no Brasil


Debate promovido por PEGN reuniu representantes de empresas, centros de pesquisa e hospitais para debater o avanço da tecnologia no setor A inovação na área da saúde enfrenta obstáculos que vão além da tecnologia. Questões estruturais, margens financeiras apertadas, baixa maturidade digital e a necessidade de integração entre diferentes agentes do ecossistema foram alguns dos pontos debatidos na live Saúde 4.0, realizada nesta segunda-feira (30/6), por Pequenas Empresas & Grandes Negócios. O evento integra o ciclo da 100 Startups to Watch, iniciativa promovida por PEGN, Valor Econômico e Época NEGÓCIOS, em parceria com Elogroup e Innovc.
Com mediação da repórter Rebecca Silva, o encontro contou com a participação de Bruna Rosso, sócia da Elogroup; Flávia Fiorin, gerente executiva do Tecnopuc (PUCRS); Guilherme Sanchez, gerente de inovação do Harena, centro de inovação do Hospital de Amor, em Barretos (SP); e Mona Oliveira, fundadora da Biolinker.
Entre os principais entraves apontados pelos participantes estão a limitação de recursos financeiros no setor e a falta de cultura de inovação em muitas empresas brasileiras. Para Bruna Rosso, o mercado de saúde tem operado com margens muito apertadas, o que dificulta o processo de inovação, aliado à baixa maturidade em tecnologia e dados por parte das empresas. Mona Oliveira, da Biolinker, destacou que, na prática, a busca por resultados de curto prazo acaba limitando o espaço para projetos mais estruturantes, com impacto significativo e longo prazo.
Initial plugin text
Os participantes também discutiram caminhos possíveis para o avanço da inovação, incluindo o uso da tecnologia para personalização de tratamentos e integração dos cuidados com o paciente. Guilherme Sanchez ressaltou que pensar na adoção de novas tecnologias exige considerar não apenas o aspecto técnico, mas também sua viabilidade operacional e financeira dentro dos serviços de saúde. “Modelos de negócio que favoreçam essa incorporação tendem a ganhar relevância nos próximos anos”, disse.
Flávia Fiorin chamou atenção para a importância da colaboração entre universidades, centros de pesquisa, startups e empresas. Segundo ela, “a interação entre esses atores tem sido essencial para desenvolver soluções com maior chance de aplicação prática e impacto no setor”.
O debate também abordou temas como a curadoria de soluções dentro dos hospitais, os desafios enfrentados por startups de base científica (deep techs) e o papel das parcerias com a indústria na promoção de uma cultura de inovação mais abrangente. Para os especialistas, o avanço sustentável da tecnologia na saúde depende de ações integradas, modelos de gestão adaptáveis e incentivo à visão empreendedora em todos os elos da cadeia. Assista completa no Instagram, LinkedIn e YouTube de PEGN.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar!

Posts Relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *